terça-feira, novembro 14, 2017

Energias de hábito

Nessa semana sugerimos um texto (clique aqui) sobre a força que nossos hábitos têm sobre nós. Muitas vezes sentimo-nos impotentes. Nós nos sentimos muito fracos de forma que não podemos lidar com a força do hábito que é muito forte e nos impele a fazer coisas que não queremos.

Nós sabemos o quão forte, quão poderosa é a energia de hábito. Notamos que há momentos em que não somos nós mesmos, não podemos ser nós mesmos. Somos levados pela nossa energia de hábito. Não queríamos dizer o que dissemos, sabíamos que fazendo isso iríamos criar danos em nosso relacionamento com a outra pessoa. Mas, finalmente, dissemos. Nós sabíamos que não deveríamos fazê-lo. Sabíamos que se fôssemos em frente criaríamos danos em nosso relacionamento. Mas, finalmente, fizemos. Dissemos que era mais forte do que nós. O que era mais forte? A energia de hábito.

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segunda-feira, novembro 06, 2017

Morando feliz no momento presente

A plena atenção é muito importante na prática budista. Ela é uma das práticas no Nobre Caminho Óctuplo ensinado pelo Buda. Plena atenção nos ajuda a reconhecer – mais e mais claramente ao praticar – quais coisas realmente precisamos e queremos na nossa vida.

Thich Nhat Hanh ensina no texto (clique aqui) que esta energia traz nossa mente de volta ao nosso corpo para que estejamos realmente aqui no momento presente e em contato com as maravilhas da vida que existem dentro de nós e ao nosso redor. Nossa felicidade ou falta de felicidade depende em maior parte do estado de nossa mente, não de algo externo. É nossa própria atitude, a maneira como olhamos para as coisas, nossa abordagem com relação a vida que determina se somos felizes ou não.

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segunda-feira, outubro 30, 2017

Não se deixe dominar pelo desespero

Nesses dias onde muitas vezes olhamos ao redor e só vemos violência, injustiças, famílias e amigos divididos por pontos de vista, muitas vezes parece que não há saída e é fácil ficar desanimado e abatido, como se tudo isso fosse durar para sempre. Nada dura para sempre.

No texto (clique aqui) Thich Nhat Hanh ensina que é possível, naturalmente, ficar preso na "lama" da vida. É fácil notar a lama sobre você às vezes. A coisa mais difícil de praticar é não se deixar dominar pelo desespero. Quando você está dominado pelo desespero, tudo o que pode ver é sofrimento em todos os lugares que olha. Você sente como se o pior estivesse acontecendo com você. Mas devemos lembrar que o sofrimento é uma espécie de lama que precisamos para gerar alegria e felicidade. Sem sofrimento, não há felicidade. Portanto, não devemos discriminar a lama. Temos que aprender a abraçar e ninar o nosso próprio sofrimento e o sofrimento do mundo, com muita ternura.

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segunda-feira, outubro 23, 2017

Acalmando a tempestade

Cada vez que sentimos uma forte onda de medo, raiva ou ciúme, podemos fazer algo para cuidar dessa energia negativa para ela não nos destruir. Não é preciso haver nenhum conflito entre um elemento e outro de nosso ser. Tem que haver apenas um esforço para cuidar e ser capaz de transformar. Precisamos ter uma atitude não violenta para com o nosso sofrimento.

No texto (clique aqui) Thich Nhat Hanh ensina que quando temos uma emoção forte como o medo ou desespero, pode ser esmagador. Mas com a prática, sabemos que podemos aprender a abraçar o nosso medo, porque sabemos que em cada um de nós existe a semente da atenção plena. Se praticarmos tocar essa semente a cada dia ao andar, sentar, respirar, sorrir ou comer, cultivaremos a energia da atenção plena.

E então, a qualquer hora que precisarmos dessa energia, será só tocar a semente de atenção plena, que logo a energia de plena consciência virá e poderemos usá-la para abraçar as nossas emoções. Se conseguirmos apenas uma vez fazer desta forma, teremos um pouco mais de paz e menos medo que a emoção forte da próxima vez venha à tona.

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segunda-feira, outubro 16, 2017

A arte de transformar o sofrimento

No texto (clique aqui) Thich Nhat Hanh ensina que todos queremos ser felizes e há muitos livros e professores no mundo que tentam ajudar as pessoas a serem mais felizes. No entanto, todos nós continuamos a sofrer.

Portanto, poderíamos pensar que estamos "fazendo algo errado". De alguma forma, estamos "falhando na felicidade". Isso não é verdade. Ser capaz de apreciar a felicidade não exige que tenhamos zero sofrimento. Na verdade, a arte da felicidade também é a arte de sofrer bem. Quando aprendemos a reconhecer, abraçar e compreender o nosso sofrimento, sofremos muito menos. Não só isso, mas também podemos ir mais longe e transformar nosso sofrimento em compreensão, compaixão e alegria para nós mesmos e para os outros.

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segunda-feira, setembro 25, 2017

Encontro com sua alma gêmea

Quando estamos em um mercado lotado e ruidoso, não podemos ouvir uma voz nos chamando. Mas quando o mercado fecha e a cacofonia cessa, se houver uma criança chorando, vamos ouvi-la. Do mesmo modo, precisamos cultivar essa quietude em nós mesmos ao longo do dia, de modo que, quando os gritos do fundo do nosso interior se levantarem, nós os ouviremos. Nós nos reconheceremos pela primeira vez.

No texto (clique aqui) desta semana a monja Dang Nghiem ensina que ao ter um encontro conosco, aprendemos a ser nossa própria alma gêmea para estarmos completamente presentes e nos ouvirmos profundamente. Desta forma vamos entender por que somos como somos, por que nos comportamos de certa forma. Somente quando pudermos fazer isso por nós próprios, seremos capazes de fazê-lo para outras pessoas.

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segunda-feira, setembro 18, 2017

Consumindo a Raiva

A raiva não é apenas um processo mental, porque os aspectos mentais e físicos estão interligados e não podem ser separados. Se conseguirmos superar a dualidade que vê a mente e o corpo como totalmente separados um do outro, chegaremos muito perto da verdade.

No texto (clique aqui) desta semana Thich Nhat Hanh ensina que a raiva, a frustração e o desespero que sentimos têm muita relação com o nosso corpo e com os alimentos que ingerimos. Precisamos, portanto, cuidar bem da nossa alimentação para nos protegermos contra a raiva e a violência. A maneira como cultivamos os alimentos, o tipo de comida que ingerimos e o modo como comemos podem trazer a paz e aliviar o sofrimento. Não podemos falar a respeito da raiva e de como lidar com ela sem prestar atenção a todas as coisas que consumimos.

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segunda-feira, setembro 11, 2017

Aprendendo o amor verdadeiro

Como podemos aprender o amor verdadeiro, para "saber, lembrar e dominar" a nós mesmos? Nós somos afortunados que o Buda nos deu quatro ensinamentos concretos sobre os componentes do amor verdadeiro, que chamou de “As Quatro Mentes Imensuráveis do Amor”, e que Thich Nhat Hanh, chama de "Os Elementos do Amor Verdadeiro."

Essa semana sugerimos um texto (clique aqui) da monja Dang Nghiem que ensina que o amor não pode ser baseado no apego nem na necessidade de ter alguém ao nosso lado. O amor, segundo o Buda, deve ser baseado na amizade, tem capacidade de curar, transforma e é alegre e inclusivo.

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segunda-feira, setembro 04, 2017

Carma

Você já deve ter ouvido muito a palavra carma. É uma palavra que acabou entrando na linguagem cotidiana como sinônimo de destino (em geral ruim). Sugerimos essa semana que você leia o texto (clique aqui) de Thich Nhat Hanh onde ele ensina o que é na verdade o conceito de carma.

Carma é uma palavra que traduzida literalmente significa ação, e ela pode ser expressa em termos de pensamento, fala ou ação corporal. Estamos produzindo carma (ações) o tempo todo e todo ele vai em direção ao futuro. Nós continuamos através de nossas ações, e no futuro colheremos o resultado delas.

É no aqui e agora que temos o poder de modelar nossa continuação. Nossa continuação não será algo no futuro. Nossa continuação acontece bem aqui e neste exato momento. Por isso você ainda tem a soberania de determinar seu futuro. Se tiver feito algo bom, você fica satisfeito. Você diz “eu posso continuar a produzir mais pensamento, mais fala, mais ação do mesmo tipo. Porque eu estou assegurando um bom futuro para mim e para meus filhos.” E se por acaso você tiver produzido algo negativo, você sabe que é capaz de produzir coisas de natureza oposta para corrigi-lo, para transformá-lo. Livre arbítrio é possível no aqui e agora.

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Thay no Vietnã


Plum Village, 29 de agosto de 2017

Com grande alegria, confirmamos que na manhã de 29 de agosto de 2017, às 12h35 (horário local), nosso querido Thay aterrissou com segurança no aeroporto de Da Nang, no Vietnã. É sua primeira visita ao país desde 2008.

Nas últimas semanas, Thay expressou forte desejo de visitar sua terra natal mais uma vez e a sangha está extremamente feliz por ter conseguido realizar seu desejo. A viagem incluirá uma visita ao “Templo Raiz” de Plum Village (Chua Tu Hieu, em Hue, onde Thay iniciou seu treinamento monástico, em 1942).

Gostaríamos de expressar nossa profunda gratidão à comunidade global pelo apoio contínuo e generoso – material e espiritual - ao nosso querido Professor. Sua ajuda gerou uma força imensa para que Thay se recuperasse e viajasse a seu país de origem.

Sabemos como é precioso termos nosso querido Thay entre nós, irradiando grande coragem, força e presença. Sabemos também que ele obtém sua energia da prática diária de cada um de seus alunos no mundo todo. Ele está presente conosco sempre que damos um passo em plena consciência, e proporciona paz e alegria a nós e ao mundo ao nosso redor.

Embora não haja planos para retiros ou eventos públicos durante a visita de Thay ao Vietnã – para ajudar a preservar sua saúde – encorajamos todos a se juntarem a nós, à medida que damos continuidade à sua visão de um despertar coletivo, participando dos eventos 2017 “Awakening Together, Healing the Ancestral Heart” US Tour (em Nova York, Califórnia, New Mexico, Tennessee e Mississippi), nosso 2017 UK Tour, ou visitando um dos centros de prática de mindfulness (mindfulness practice centers) espalhados pelo mundo.

“Walk With Me,” o documentário sobre Thich Nhat Hanh e Plum Village, com narração de Benedict Cumberbatch, estreou este mês com lotação esgotada nos cinemas dos Estados Unidos e já começou a ser exibido na Europa e Ásia. Esperamos que todos da comunidade mundial tenham a chance de desfrutar dessa jornada cinematográfica no mundo de mindfulness e compartilhar com amigos, ajudando a concretizar a visão de Thay: transformar cinemas em salas de meditação.

Durante sua segunda viagem de retorno ao Vietnã, em 2007, Thay disse: “Sou monge há 65 anos e o que descobri é que não há religião, filosofia, nem ideologia mais elevada que a irmandade, que a fraternidade. Thay nos lembra que, com solidariedade e verdadeira fraternidade, tudo é possível.

Com amor e confiança,

Os Monges e Monjas de Plum Village

segunda-feira, agosto 28, 2017

Aniversário da Sangha Viver Consciente

Amanhã a Sangha Viver Consciente do Rio de Janeiro comemora seus 11 anos de existência. Nesse tempo o grupo proporcionou para aqueles que frequentam ou frequentaram suas práticas, a possibilidade de perceber que a nossa vida interior pode ser diferente e melhor. A Sangha traz a soma das qualidades e dos insights de cada um dos seus membros e possibilita o compartilhamento desse alimento interior entre todos. Como todo ser vivo, a Sangha cresceu e amadureceu nesse tempo, passou por muitas dificuldades mas muitos e muitos momentos bons. Feliz continuação meus amigos!

A celebração

Todo mundo está respirando, mas nem todos estão conscientes de que estão respirando. Quando você respira conscientemente, percebe que você está vivo. Estar vivo é o maior de todos os milagres, e você pode se alegrar disso. Quando você respira, desta forma, sua respiração é uma celebração da vida.

No texto dessa semana (clique aqui), Thay explica que plena atenção é sempre plena consciência de alguma coisa. Quando estamos atentos, estamos prestando atenção, mas em que estamos prestando atenção? Plena atenção tem sempre um objeto. Quando nos sentamos, podemos nos tornar conscientes de nossa inspiração e expiração. Siga a respiração a partir do início de cada inspiração, todo o caminho, até o final de cada expiração. Esta é a atenção plena na respiração.

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segunda-feira, agosto 21, 2017

Ame seu inimigo

Você talvez deva ter ouvido o ensinamento de Jesus: "amem seus inimigos, abençoem aqueles que os amaldiçoam, façam o bem àqueles que os odeiam e orem por aqueles que rancorosamente os usam e os perseguem. Assim vocês se tornarão filhos do Pai que está no céu: porque ele faz o sol nascer sobre os maus e os bons, e a chuva cair sobre os justos e os injustos."

Um ensinamento muito lindo e profundo que não basta ser entendido, tem que ser praticado. Nessta semana quando tantas pessoas sofreram em vários países do mundo as consequências do ódio contra o "inimigo", sugerimos que você leia um texto, (clique aqui) onde Thich Nhat Hanh faz comentários sobre esse ensinamento.

Thay nos ensina que se você examinar profundamente sua raiva, perceberá que o indivíduo que você chama de inimigo também está sofrendo. Tão logo você compreende esse fato, a capacidade de aceitar e ter compaixão por essa pessoa passa a estar presente. Jesus chamou essa atitude de "amar seu inimigo". Quando você é capaz de amar seu inimigo, ele deixa de ser seu inimigo. A idéia de "inimigo" desaparece e é substituída pela noção de alguém que está sofrendo e precisa de compaixão.

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terça-feira, agosto 08, 2017

A melhor maneira de viver sozinho

Nesta semana sugerimos a leitura de um texto (clique aqui) extraído de um livro do Thay sobre a vida do Buda.

No texto podemos ler o sutra do Buda sobre a melhor maneira de viver sozinho. Ele diz que a melhor maneira é habitar na plena consciência. Estar consciente do que está acontecendo no momento presente, o que está acontecendo no seu corpo, sentimentos, mente e objetos da mente. Saber como olhar em profundidade para as coisas no momento presente. Não perseguir o passado nem se perder no futuro, porque o passado não mais existe e o futuro ainda não chegou. A vida só pode acontecer no momento presente. Se perdermos o momento presente, perderemos a vida.

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terça-feira, julho 11, 2017

Desapego a visões

O quanto você está apegado a sua visão de mundo? Na sua visão quais as condições necessárias para sua felicidade? Um bom salário, uma boa casa, um parceiro que te ame? Como você mede o seu sucesso na vida? O quanto você está aberto a novas maneiras de pensar que desafiem suas crenças mais profundas?

Thich Nhat Hanh no texto selecionado(clique aqui) afirma que todas as visões são visões erradas. As visões não nos deixam ter acesso direto à realidade. Às vezes na sua vida você toma algo como verdade, e fica preso nisso, e por isso você para. Não há como avançar no seu caminho espiritual e continuar a procurar a verdade. Mesmo se a verdade vier e bater na sua porta você se recusará em abrir a porta.

Thay nos mostra que para nossa constante evolução espiritual temos que nos desapegar de nossas visões. Sempre é possível avançar e para isso é preciso abandonar a visão anterior que considerávamos a verdade absoluta.

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segunda-feira, junho 26, 2017

A grande compaixão

Nesse texto (clique aqui) extraído do diário de Thich Nhat Hanh na véspera de seu exílio do Vietnã, ele compartilha vários pensamentos que lhe ocorriam sobre a compaixão. Nesse texto ele se revela não só como mestre mas como um ser humano que sofria muito naquele momento mas que tinha ferramentas que a prática lhe dava para lidar com aquilo.

Thay termina o texto assim: "Se algum dia você receber a notícia de que eu morri por causa de atos cruéis de alguém, saiba que eu morri com o meu coração em paz. Saiba que em meus últimos momentos eu não sucumbi à raiva. Nunca devemos odiar um outro ser. Se você puder dar origem a essa consciência, será capaz de sorrir. Lembrando-se de mim, você vai continuar em seu caminho. Você terá um refúgio que ninguém poderá te tirar. Ninguém será capaz de perturbar a sua fé, porque ela não dependerá de qualquer coisa no mundo fenomenal. Fé e amor são um e podem apenas surgir quando você penetrar profundamente a natureza vazia do mundo fenomenal, quando puder ver que você está em tudo e tudo está em você."

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segunda-feira, junho 19, 2017

A vida de Thich Nhat Hanh

Em seu aniversário de 80 anos, quando perguntado se planejava se aposentar, Thich Nhat Nhat disse, "O ensino não é feito por falar somente. É feito por como você vive sua vida. A minha vida é o meu ensinamento. Minha vida é a minha mensagem. “

No texto sugerido, (clique aqui) convidamos você a conhecer a vida de Thich Nhat Hanh, sua mais importante mensagem. Uma vida que pode servir de exemplo para cada um de nós. Uma vida que tem buscado incessantemente a paz, tanto interior quanto entre as pessoas, famílias, comunidaes e nações.

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segunda-feira, junho 12, 2017

Vinte e quatro horas novinhas em folha

No texto sugerido Thich Nhat Hanh (clique aqui) nos ensina que todas as manhãs, quando acordamos, temos vinte e quatro horas novinhas em folha para viver. Temos a possibilidade de viver de uma forma que essas vinte e quatro horas tragam paz, alegria e felicidade a nós mesmos e aos outros.

A paz está presente aqui e agora em nós mesmos e em tudo o que fazemos e vemos. A questão é estar ou não em contato com ela. Não precisamos fazer uma longa viagem para admirar o azul do céu. Não precisamos sair da cidade ou sequer da nossa vizinhança para apreciar os olhos de uma linda criança. Até mesmo o ar que respiramos pode ser uma fonte de alegria. Podemos sorrir, respirar, caminhar e fazer nossas refeições de uma forma tal que nos permita entrar em contato com toda a felicidade que existe a nosso dispor.

Somos muito bons na preparação para a vida, mas não o somos na vida em si. Sabemos sacrificar dez anos em troca de um diploma e nos dispomos a trabalhar duramente para obter um emprego, um carro, uma casa e assim por diante. Temos, porém, dificuldade para nos lembrarmos de que estamos vivos no presente momento, o único momento que existe para estarmos vivos. Cada respiração, cada passo pode estar repleto de paz, alegria e serenidade. É necessário apenas que estejamos despertos, vivos no momento presente.

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segunda-feira, junho 05, 2017

Trabalho, silêncio e apego ao sofrimento

O texto (clique aqui) que enviamos a você esta semana foi retirado de uma sessão de perguntas e respostas em um retiro nos Estados Unidos.

Thay responde as seguintes perguntas: Como se mantém a atenção plena em um ambiente de trabalho agitado? Poderia nos dizer sobre os benefícios do silêncio e como poderíamos levar isso para casa com a gente a partir deste retiro? Por que nos apegamos ao nosso sofrimento?.

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segunda-feira, maio 29, 2017

Tempo é paz

Muitos de nós gastamos todo o nosso tempo e energia no trabalho e, por isso, não há tempo para cuidar do nosso corpo, sentimentos, emoções e relacionamentos. Mesmo quando temos tempo, não sabemos o que fazer, a fim de cuidar do nosso corpo e mente.

Nesse texto (clique aqui) Thay diz enfaticamente que tempo não é dinheiro, tempo é paz e vida. Ele nos mostra com dois exemplos como fazer para desfrutar cada momento de uma forma nutritiva para nós mesmos. .

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segunda-feira, maio 22, 2017

A Fala Correta

Em tempos de debates acalorados nas redes sociais que muitas vezes dividem amigos e não constróem entendimento, sugerimos que você procure praticar um passo do Caminho Óctuplo: a Fala Correta. Lembre-se que as práticas do caminho óctuplo foram o caminho que o Buda ensinou para nos livrarmos do sofrimento, da raiva e da discriminação.

Resumidamente, a Fala Correta pode ser explicada como:

(1) Falar sempre a verdade.
(2) Não falar coisas contraditórias deliberadamente.
(3) Não falar com crueldade.
(4) Não exagerar nem retocar os fatos.

Nesse texto (clique aqui) Thay nos explica em detalhes essa prática através de seu insight privilegiado.

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segunda-feira, maio 15, 2017

Sobre nossos antepassados e futuras gerações

Podemos encontrar a presença de nosso pai, da nossa mãe e de nossos antepassados em cada célula do nosso corpo. Eles nos transmitiram muitas de nossas boas qualidades mas também nos transmitiram o sofrimento que não foram capazes de lidar. Por isso a importância de praticarmos e assim evitar passar esses mesmos sofrimentos para as futuras gerações.

No texto sugerido (clique aqui) Thich Nhat Hanh fala também que para encontrar nossos antepassados basta olharmos para nossa própria mão. Eles estão em nós assim como estamos em todas as futuras gerações..

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segunda-feira, maio 08, 2017

Meus verdadeiros nomes

A semente da discriminação reside em todos nós. Os oprimidos e os opressores estão dentro de cada um de nós, e nossa prática é alcançar a sabedoria da não discriminação. Uma sabedoria extremamente importante nesse mundo cada vez mais polarizado entre "nós" e "eles".

O texto sugerido (clique aqui) é para mim um dos textos mais belos que Thich Nhat Hanh já escreveu. Cada vez que leio abre meu coração e abre meus olhos. Um texto que irradia puro amor. Ele nos convida a pararmos de nos alimentar com ódio e discriminação contra outros diferentes de nós e buscarmos a ação sábia capaz de curar o futuro.

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segunda-feira, abril 24, 2017

Começando novamente

Começar novamente é difícil. Muitas vezes nos falta energia, muitas vezes temos medo. Às vezes preferimos a situação atual com sofrimento mas não buscamos começar novamente. Isso pode servir para uma situação profissional, um relacionamento estremecido, um hábito ruim. Começar novamente qualquer coisa é um desafio.

No texto sugerido (clique aqui) Thich Nhat Hanh defende que quando sabemos começar novamente adquirimos muito mais energia, prazer e aspiração que podem nos ajudar transformar o que é negativo em nós, e nos ajudar a ter mais prazer, mais capacidade de transformar a situação ao nosso redor. É por isso que deveríamos saber nascer como um novo ser a cada momento de nossas vidas. Há pessoas que podem dizer, "eu sou muito velho para começar novamente". Isso é porque elas não viram a verdadeira natureza da vida, da prática de Começar De Novo. Nós podemos praticar o Começar De Novo em qualquer momento de nossas vidas.

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segunda-feira, março 27, 2017

O poder do silêncio

Essa semana Thich NhatHanh nos mostra que o silêncio é capaz de transformar as pessoas mesmo em situações extremas como a guerra.

No texto dessa semana (clique aqui) Thay compartilha uma história que aconteceu durante a guerra do Vietnã quando encontrou um soldado francês. Uma vida foi transformada por um momento de profundo silêncio num templo. O soldado permitiu que as vidas de todos os seres vivos preenchessem seu coração, e viu a insensatez e a destruição da guerra. O que tornou tudo isso possível foi aquele momento de completa e total parada e a abertura ao oceano poderoso, curador e milagroso chamado silêncio.

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segunda-feira, março 20, 2017

Formações internas

Muito do nosso sofrimento é gerado porque temos apego, consciente ou inconsciente a eventos do passado. Esses eventos do passado podem levar a sentimentos de saudade ou até mesmo de raiva e ódio. Quando estamos perdidos no passado, perdemos o presente.

No texto sugerido (clique aqui) Thay comenta parcialmente o sutra sobre a Melhor Maneira de Viver Sozinho especificamente as linhas "Não persiga o passado. O passado não mais existe". Experimente olhar para a sua vida neste momento com a mente de iniciante. Comece de novo. Solte as amarras que te prendem ao que não existe mais e se liberte.

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segunda-feira, março 13, 2017

Lembranças da Infância

Mesmo quando Thich Nhat Hanh lembra de sua infância temos uma série de ensinamentos importantes. Nesse texto (clique aqui), Thay nos fala de algumas lembranças suas do período de sua vida anterior a entrar no monastério.

Através dessas lembranças Thay nos ensina sobre a importância de comer com atenção, sobre como desfrutar realmente do lazer e fala um pouco sobre o Buda. Aproveite!

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segunda-feira, março 06, 2017

As três raízes (parte 2)

Nessa semana enviamos a segunda parte do texto (clique aqui), sobre as três raízes que são energias que sutilmente (ou menos sutilmente) permeiam nosso ser interior: nossas percepções, nossas motivações e as formas que podemos interagir com o mundo que nos rodeia.

Phap Hai ensina que as três raízes (ganância; ódio ou má vontade; e ignorância ou, como é às vezes chamada, ilusão) colorem nossas percepções e a consciência da mesma maneira. Podemos ver tudo através das "lentes" das três raízes. Estas três raízes expressam-se de forma diferente em cada um de nós. Para alguns de nós uma ou outra das raízes vai ser mais profunda ou mais forte que as outras. Cada um de nós tem nossa própria constituição e desenvolver uma familiaridade com as três raízes pode ser um caminho muito útil para percorrer para reconhecermos as motivações sutis que permeiam nossos pensamentos, nossas ações e nossas palavras.

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segunda-feira, fevereiro 13, 2017

As três raízes (parte 1)

Nessa semana enviamos a primeira parte do texto (clique aqui), sobre três raízes são energias que sutilmente (ou menos sutilmente) permeiam nosso ser interior: nossas percepções, nossas motivações e as formas que podemos interagir com o mundo que nos rodeia.

Phap Hai ensina que as três raízes (ganância; ódio ou má vontade; e ignorância ou, como é às vezes chamada, ilusão) colorem nossas percepções e a consciência da mesma maneira. Podemos ver tudo através das "lentes" das três raízes. Estas três raízes expressam-se de forma diferente em cada um de nós. Para alguns de nós uma ou outra das raízes vai ser mais profunda ou mais forte que as outras. Cada um de nós tem nossa própria constituição e desenvolver uma familiaridade com as três raízes pode ser um caminho muito útil para percorrer para reconhecermos as motivações sutis que permeiam nossos pensamentos, nossas ações e nossas palavras.

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segunda-feira, fevereiro 06, 2017

Meditação e cura

Nessa semana sugerimos que você estude o texto anexo (clique aqui), sobre a interligação da meditação e a cura de nossas doenças da mente e corpo.

Thich Nhat Hanh ensina que no âmbito da psicoterapia, a baixa auto-estima é considerada doença. Na prática da mente alerta, tanto a baixa quanto a alta auto-estima e também a necessidade de julgar-se exatamente igual às outras pessoas também são consideradas doenças ou, como dizemos no budismo, complexos.

Quando nossos desejos, medos e sentimentos de indignação são reprimidos assistimos aos programas de televisão, ouvimos rádio, folheamos livros, lemos jornais, conversamos, jogamos cartas e bebemos bebidas alcoólicas, tudo para esquecer. Quando as formações mentais são reprimidas e não podem circular, começam a aparecer sintomas de doenças físicas e mentais. Precisamos saber como parar com a repressão, para que as formações mentais de desejo, medo, indignação, etc. tenham oportunidade de se manifestar, ser reconhecidas e transformadas.

O ensinamento nos diz que a mente alerta tem a capacidade de reconhecer os nós interiores quando eles aparecem em nossa consciência e transformá-los.

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segunda-feira, janeiro 30, 2017

O guia e a viagem

Cada um dos ensinamentos do Buda é inútil a menos que ele seja aplicado. Uma analogia útil poderia ser estudar um guia antes de embarcar em uma viagem. Podemos aprender no guia uma quantidade incrível de conhecimento sobre os pontos turísticos, monumentos e lugares onde ficar. No entanto, tudo permanece teórico até que se largue o livro e realmente embarquemos na viagem.

Phap Hai nos ensina no texto dessa semana ( clique aqui ) que os ensinamentos budistas são como um guia para a maior viagem que podemos imaginar. Eles são as descobertas dos sábios, dos grandes professores que fizeram esta viagem antes de nós. Não podemos fazer a viagem de nenhuma outra pessoa. Temos que fazer a nossa própria jornada.

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segunda-feira, janeiro 23, 2017

O Segundo, Terceiro e Quinto Mantras

Você sabe o que é um mantra? Com certeza já ouviu muito essa palavra por aí mas será que você conhece realmente seu significado? Mantra é uma frase, uma fórmula, que pode ser pronunciada em qualquer língua. Não precisa ser sânscrito ou tibetano. Essa frase deve ser uma prática, ou algo com significado e ela pode ter poder, mas seu segredo é que deve ser pronunciada com toda plena consciência. Sem plena consciência não terá efeito nenhum. O poder do mantra é sobre você mesmo.

Thich Nhat Hanh ao longo de sua vida desenvolveu cinco mantras. No texto dessa semana ( clique aqui ) ele nos ensina o segundo, o terceiro e o quinto mantras. No segundo mantra "Querida, eu sei que você está presente e eu estou muito feliz", reconhecemos a pessoa amada como existente, presente. O terceiro mantra é "Querida sei que você sofre e é por isso que estou aqui". Nessa prática damos nossa presença, que é o que temos de mais valioso, para aqueles que amamos quando reconhecemos o sofrimento neles. No quinto mantra:"Este é um momento de felicidade", reconhecemos a felicidade como presente. Estamos presentes naquele momento e percebemos que é um momento único, um momento feliz.

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